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Por *Gisela Kassoy

V. vai errar. Não tem jeito.

Não falo sobre erros que podem ser evitados, mas daqueles que são frutos das mudanças que nos cercam: o que dava certo pode não dar mais certo, as inovações que geramos podem conter equívocos, ou simplesmente o mundo pode mudar antes do lançamento de nossa ideia e ela perder o sentido

O jeito é aprender a lidar com o erro. O primeiro passo é reconceitua-lo: uma resposta diferente ao que foi planejado não é necessariamente um resultado ruim. Sobretudo, um erro não é mais razão para que se desista de um projeto.

É preciso deixar uma porta aberta para a criatividade e o élan do improviso à medida que as interações surgem.

No campo das inovações, há inúmeros exemplos de produtos bem sucedidos que foram frutos de erros ou do acaso – a maionese e a penicilina são alguns deles. Há casos também de produtos destinados a um público-alvo que acabaram fazendo sucesso junto a outros públicos, como os caixas eletrônicos nos EUA: destinados inicialmente a executivos, acabaram sendo utilizados acima de tudo por imigrantes que não falavam bem o inglês.

E qual é afinal esta nova forma de lidar com o erro? Seguem algumas dicas:

Planeje sempre. Além do plano B e do plano C, mantenha um estado de alerta permanente para os resultados. Preocupe-se não apenas em acertar, mas em aprender extrair as lições das respostas que obtiver. Se não servirem para um projeto atual, servirão para o próximo.

Previna-se. Faça uma lista das possíveis consequências favoráveis e desfavoráveis. Não pense em soluções perfeitas, mas sim naquelas cujos benefícios valem à pena. Divida as consequências ruins em reversíveis e irreversíveis. Prepare-se para administrar as primeiras e evitar as segundas.

Diferencie Erro de Surpresa. Não considere errado tudo o que for diferente do planejado. Procure as oportunidades embutidas nas surpresas. Provavelmente V. as encontrará.

Corrija Rápido. Se algo realmente não estiver dando certo, corrija. A grande sabedoria aqui está em distinguir persistência de “murro em ponta de faca”. Pessoas bem sucedidas tendem a não desistir dos resultados que querem alcançar, mas são flexíveis com relação à forma de atingi-los.

Monitore. Desenvolva e utilize esta habilidade. Ela é fundamental, principalmente quando se lida com pessoas. Não adianta exigir os comportamentos que você gostaria de presenciar. 

Pelo contrário, reconheça que as respostas dos outros são tesouros para seu aprendizado.

Erre sim. Erre muito, mas erre bem. Assim você garantirá seus acertos.

*Gisela Kassoy é especialista em Criatividade, Inovação e Adoção de Ambientes Virtuais.www.giselakassoy.com.br

Postador Vanderlei Moraes

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